quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Compreensão


Sabe quando algumas pessoas param de falar com você, sem mais nem menos?
Quando passam na rua e nem sempre cumprimentam?
Coisas afins...
Bom eu tinha uma teoria:

Fato  1: O caso é, amiguinho, que nem tudo é o que parece (pois é... dá p/ acreditar que nem sempre estamos certos?!?!).
Eu sei, eu sei... é chocante.
Mas enfim, o que acontece é que Deus nos fez, tão únicos, mas tão únicos e muitas vezes esquecemos disso e enfrentamos problemas, porque olhamos tudo dentro da janelinha da nossa personalidade e, personalidade vem de ‘persona’ e a persona não se ‘muda’ – apud amigas psicólogas.

Fato 2: Encaramos o mundo de uma forma tão própria, que nem sempre vamos entender as motivações alheias. E algumas vezes tudo o podemos fazer é aceitá-las.

Fato 3: Nem sempre sabemos o que se passa com os outros. Problemas de saúde, familiares, profissionais, espirituais, financeiros, domésticos, caninos ou felinos, telefônicos, criminais, culinários... a lista é consideravelmente grandinha, e olhem que eu nem dividi em subitens/sub itens/ sub-itens

O que eu quero dizer com isso é que se alguém não te cumprimentar na rua, não falar contigo no MSN, se não quiser sair pra comer em algum lugar com todo mundo, não te atender no celular (capaz, aí também é demais!!!! Hehe), se não quiser conversar muito quando vocês se encontrarem... seja o primeiro a demonstrar compreensão e carinho. Valorize a amizade, mesmo que isso seja cansativo as vezes, você só vai ser mais um se ficar falando da pessoa e, até onde eu me lembro ninguém gosta de ser massa! Acredite: “o problema não é contigo, é comigo...” hehe

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Bel far niente


   Adoro saber sobre questões culturais. Aprender a conviver na diferença, por mais clichê que possa parecer, é um banquete p/ mim. É só parar para analisar o quanto tudo seria mais chato se tudo que vivemos fosse igual... muito clichê também? Então pense em como seria estar morando em um país diferente, falando uma língua diferente, cercado por pessoas que não são do seu próprio país e nem do país que você visita... para mim, no mínimo encantador! Tenho uma amiga que está tendo essa alegria e, ainda por cima se divertindo trabalhando de garçonete!! Acho melhor preservar nomes, mas vamos chamá-la de “Ellen” para facilitar o post!

   A ‘Ellen’, em uma de suas viagens, me ensinou algo que ela aprendeu na Itália: “Bel far niente”. Para o nosso bom portuga, leia-se: “Beleza de não fazer nada”.
Como diria Rosa. S. na correria do dia-a-dia (lá sei eu se ainda com hífen ou não) no sufoco de uma dúvida, ou na dor de qualquer coisa, é bom lembrar que nada dura para sempre (a não ser Deus...claro) e, que as vezes é bom fazer nada... separar um tempo para refletir, conversar com Deus, admirar algo embaçado pela rotina, tentar descobrir como as listras saem da pasta de dente...

   Meu pai diz que fazer nada, já é fazer algo: nada. Se você achar que o que eu citei antes não seja fazer nada, pode ser que você esteja certo... ou não! Fica a critério do freguês!
“Bel far niente” p/ você também.