Adoro saber sobre questões culturais. Aprender a conviver na diferença, por mais clichê que possa parecer, é um banquete p/ mim. É só parar para analisar o quanto tudo seria mais chato se tudo que vivemos fosse igual... muito clichê também? Então pense em como seria estar morando em um país diferente, falando uma língua diferente, cercado por pessoas que não são do seu próprio país e nem do país que você visita... para mim, no mínimo encantador! Tenho uma amiga que está tendo essa alegria e, ainda por cima se divertindo trabalhando de garçonete!! Acho melhor preservar nomes, mas vamos chamá-la de “Ellen” para facilitar o post!
A ‘Ellen’, em uma de suas viagens, me ensinou algo que ela aprendeu na Itália: “Bel far niente”. Para o nosso bom portuga, leia-se: “Beleza de não fazer nada”.
Como diria Rosa. S. na correria do dia-a-dia (lá sei eu se ainda com hífen ou não) no sufoco de uma dúvida, ou na dor de qualquer coisa, é bom lembrar que nada dura para sempre (a não ser Deus...claro) e, que as vezes é bom fazer nada... separar um tempo para refletir, conversar com Deus, admirar algo embaçado pela rotina, tentar descobrir como as listras saem da pasta de dente...
Meu pai diz que fazer nada, já é fazer algo: nada. Se você achar que o que eu citei antes não seja fazer nada, pode ser que você esteja certo... ou não! Fica a critério do freguês!
“Bel far niente” p/ você também.
Já ouviu falar no clube do nadismo? É bem essa a idéia, reservar um tempo do dia ou da semana pra simplesmente fazer nada. =) genial, neh? beijo!
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